Sento-me num café de esquina, de frente para uma das principais artérias da metrópole. Fosse eu colosso, pudesse eu palpar avenidas com dedos de veludo e diria que o pulso neste ponto geográfico é particularmente evidente, umas vezes constante na ritmicidade e forte na intensidade, outras vezes rude, menos pleno nessa constância, concretizado no frémito causado quer pelo efeito da sinalização l ...

Ler artigo completo