Na política, como em tudo, tendemos a personificar as nossas alegrias e desagrados: é mais fácil, porque mais visível, associar ações e situações a caras conhecidas – nem que seja, como dizem, para que “a culpa não morra solteira”. Com isto, exageramos os elogios e excedemo-nos nos defeitos, esquecendo que, em boa medida, o destino da vida, quando mais da História, escapa ao controlo do Homem.< ...

Ler artigo completo